segunda-feira, 2 de julho de 2012

Livro da 3.ª classe



Editora Educação Nacional

de Adolfo Machado

Ano da edição: 1969

segunda-feira, 28 de maio de 2012

domingo, 4 de setembro de 2011

Avenida Fontes Pereira de Melo

Rui Palma Carlos (1948-2008), Palacete (Av. Fontes Pereira de Melo) (1985). Bilhete-postal, «Colecção Casas de Lisboa», Edição MARGRAPE, 5.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Rua Sarah Affonso

Rui Palma Carlos (1948-2008), Picoas (1985). Bilhete-postal, «Colecção Casas de Lisboa», Edição MARGRAPE, 4.

domingo, 26 de junho de 2011

R. D. Thomaz de Mello

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Rui Palma Carlos (1948-2008), Casa Típica Alfacinha (1985).
Bilhete-postal, «Colecção Casas de Lisboa», Edição MARGRAPE, 3.
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Andei à procura na internet de informação sobre Rui Palma Carlos e apenas descobri que foi arquitecto, poeta, pintor e artista gráfico, tendo realizado várias pinturas sobre ruas e casas de Lisboa. Acerca da colecção de postais também pouco encontrei.
Da pesquisa que fiz, por mera curiosidade, sempre na internet (por falta de tempo), ainda não percebi se estas imagens de casas com letreiros de ruas correspondem à realidade (ainda existente ou já desaparecida), ou se são criações do artista, inspiradas nas casas típicas de Lisboa. Os nomes das ruas, por exemplo, nem sempre correspondem a ruas de Lisboa (pelo menos às actuais). Não existe uma Rua Francis Smith, mas sim um largo em Carnide; há uma Rua D. Thomaz de de Mello Breyner, no Beato, mas hoje não tem nada a ver com a imagem de Palma Carlos.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Rua Mário Beirão

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Rui Palma Carlos (1948-2008), Antiguidade Portuguesa (1985).
Bilhete-postal, «Colecção Casas de Lisboa», Edição MARGRAPE, 2.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Rua Francis Smith

Rui Palma Carlos (1948-2008), Lisboa recordada (1985).
Bilhete-postal, «Colecção Casas de Lisboa», Edição MARGRAPE, 1.
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Gostava de saber se esta rua existe...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Água de Carvalhelhos

Numa rua da Figueira da Foz.

terça-feira, 29 de março de 2011

O Gaspar da Viola

Desenho de Manuel de Macedo, in Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Camponesas de Viana do Castelo e da Maia



De fotografias, in Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Mulheres de Avintes e de Carvalhos

Camponesa de Avintes, fotografia da Casa Fritz (1880-1890), in Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.
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Camponesa de Carvalhos, fotografia da Casa Fritz (1880-1890), in Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.
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 Ilustração de Columbano Bordalo Pinheiro, «Mulher de Avintes», para a revista Á Volta do Mundo, n.º 14, 1880.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fadista - 1873

Lisboa, 1873
Gravura feita a partir de uma aguarela de Rafael Bordalo Pinheiro.
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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Trapeiros e vendedores de rosários e de tâmaras (Lisboa, ca. 1850)

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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Água vai!

 
«Costume of Portugal» por H. L'Evêque.
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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Assadeira de castanhas - Lisboa, 1814

«Costume of Portugal» por H. L'Evêque.
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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Um camponês de Torres Vedras (1808-1809)

«Portugal e Espanha» por W. Bradford.
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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Mulher de capote e lenço

«Portugal e Espanha» por W. Bradford.
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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Um moleiro (1806)

Colecção «Vendilhões» por M. Godinho.
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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Vendedores de alhos e de palitos e rocas (1806)

 Colecção «Vendilhões» por M. Godinho.
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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Vendedores de pinhões e de caramelo (1806)

Colecção «Vendilhões» por M. Godinho.
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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Vendedores de água, tripas e mel (1806)

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Colecção «Vendilhões» por M. Godinho.
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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Resedá, Corôa de Rei e Violetas

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RESEDÁ - Vossas qualidades excedem vossos encantos.
«Apenas um seculo tem decorrido depois que a resedá veiu do Egypto para a França. Linneu comparava seus perfumes aos da ambrosia; são mais suaves e mais penetrantes ao nascer e pôr do sol (...)».
Reza a lenda que uma família da Saxónia tem por divisa um ramo de resedá, o que se deve a uma história ligada a Amélia de Nordbourg. Esta, sendo muito bela, desdenhou o seu pretendente, o conde de Walshteim, o qual acabou por se casar com Carlota, parente de Amélia, que era menos bela mas tinha bom coração.

COROA DE REI - Realeza.

VIOLETA BRANCA - Candura - Ingenuidade.

VIOLETA ROXA - Modestia.
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Flores

«Amar é um esperança uma ventura que nos embriaga,
não amar e não viver, é ter a crença
d'esta triste verdade que a innocencia é uma mentira,
o amor é uma arte, a ventura um sonho».
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Rosa Amarela, Branca e Rainha

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ROSA AMARELLA - Infedilidade
«O amarello é a côr dos infieis (...). A agua a fatiga, o sol a queima, o constrangimento parece só convir a esta flor sem perfume, que não sabe aproveitar-se nem dos cuidados nem da liberdade. Quando queremos vê-la em todo o seu brilho, é preciso dobrar seus botões para a terra, e rete-los assim pela força; então ella florece».

ROSA BRANCA - Silêncio
O deus do silencio era representado sob a fórma de um mancebo (...), tendo um dedo sobre a bôca, e tendo uma rosa branca na outra mão. Diz-se que o amor lhe tinha dado esta rosa para o resolver a ser-lhe favoravel. Os antigos esculpiam uma rosa sobre a porta da sala dos festins, para advertir os convivas que nada deviam divulgar do que ali se dizia».


ROSA RAINHA - Belleza
«(...) Ella é a imagem da mocidade, da innocencia e do prazer; ella pertence a Venus (...)».
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Madre-Silva, Dália e Heliotropio





MADRE-SILVA - Laços de Amor

«A fraqueza agrada á força, e não poucas vezes lhe presta graças. Vê-se frequentes vezes a madre-silva cingir amorosamente com suas hastes brandas e delicadas o tronco nodoso de um grande carvalho (...)».

DÁLIA - Meu reconhecimento excede vossos cuidados
«Esta planta veiu do Mexico, onde fazem das suas raizes uma especie de alimento (...).
A Dahlia tem a significação que se lhe attribue, porque reconhece os cuidados da cultura muito alem das esperanças do jardineiro».

HELIOTROPIO - Eu vos amo - Embriaguez amorosa - Transporte amoroso
«um dia, o celebre botanico Jussieu, herborisando nas Cordilheiras, sentiu-se repentinamente como embriagado dos mais deliciosos perfumes (...), mas não apercebeu senão lindas moitas, de um bello verde, sobre a qual destacavam espigas de um azul desmerecido; (...) viu que as flores de que estavam carregadas se voltavam mollemente para o sol (...), Tocado d'esta singularidade, deu á planta o nome de heliotropio composto de duas palavras gregas, helios, sol; e trepo, eu volto. O sabio botanico (...) deu-se pressa em colher sementes d'esta planta, e envia-las ao jardim do rei em Paris (...). As damas acolherem esta flor com enthusiamo; e depois de a collocarem nos vasos mais preciosos, a denominaram herva de amor (...)».
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Anémona, Lírio e Liz

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ANEMONA - Abandono - Esquivança.
«Anemona foi uma nympha amada de Zephiro; Flora, ciosa, baniu-a de sua côrte e a metamorphoseou em uma flor que desabrocha sempre antes da chegada da primavera. Zephiro abandonou esta infeliz belleza ás caricias do duro Boreas (...)».
Uma anemona com esta legenda, brevis est usus (seu reinado é curto), exprime maravilhosamente a passagem rapida da belleza».

ANEMONA DOS PRADOS - Doença.
«Em algumas provincias de França imagina-se que a flor da anemona dos prados é tão perniciosa que tem o poder de envenenar o ar (...)».

LIRIO - Mensagem.
«(...) suas cores brilhantes e variadas, como as do arco-íris, têem grangeado para esta flor o nome de mensageira dos deuses».

LIRIO-FLAMMA - Chamma - Flamma.
«O lirio-flamma (...) é uma planta, que o camponeses allemães folgam de ver crescer sobre o tecto de suas cabanas. Quando o ar agita suas bellas flores (...) dir-se-ia que chammas ligeiras e perfumadas deslisam sobre esses tectos rusticos (...)».

LIZ - Magestade.
«(...) Só, parece frio e como fatigado; cercado de mil outras flores, offusca-as a todas: é um rei, sua apparencia é a da magestade.
O liz primitivo veiu da Syria; outr'ora ornou os altares do Deus de Israel, e coroou a fronte de Salomão (...).
Carlos Magno queria que elle partilhasse com a rosa a gloria de perfumar seus jardins; e a dar credito a antigas tradicções, o valente Clovis recebeu um lis celeste no dia em que a victoria e fé lhe foram dadas.
Luiz VII de França nas flores de liz achou o triplice symbolo da belleza, do seu nome e do seu poder: collocou-as no seu escudo, no seu sêllo e no seu dinheiro. Philippe Augusto semeou d'ellas o seu estandarte».
S. Luiz trazia um anel, representando, em esmalte e em relevo, uma grinalda de flores de liz e de margaridas, e sobre o engaste do mesmo anel estava gravado um crucifixo com as palavras: (Hors cet annel pourrions nous trouver amour?) Fóra d'este anel que podeemos amar? porque effectivamente este anel offerecia ao monarcha piedoso o emblema de tudo que elle tinha de mais caro - a religião - a frança - a esposa.
Foi também uma idéa religiosa a que levou Carlos V de França a fixar em tres o numero das flores de liz (...)».
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.