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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O Calcanhar d'Achilles


«... a caricatura é ainda uma distinção».

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Raphael Bordallo Pinheiro, «O Calcanhar d'Achilles», Lisboa, 1870. Fac-simile da edição original, n. 985 de 1000 exemplares, 1994.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fadista - 1873

Lisboa, 1873
Gravura feita a partir de uma aguarela de Rafael Bordalo Pinheiro.
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Alberto Souza, O Trajo Popular em Portugal nos seculos XVIII e XIX, Lisboa, Sociedade Nacional de Tipografia, 1924.

domingo, 21 de março de 2010

Em Homenagem a Rafael Bordalo Pinheiro

...Que nasceu a 21 de Março de 1846.
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Ilustração de 1903.

domingo, 4 de outubro de 2009

A Indústria


Ilustração de Rafael Bordalo Pinheiro para A Lusa Bambochata (1885).

O Mestre-Escola

Ilustração de Rafael Bordalo Pinheiro para A Lusa Bambochata (1885).

sábado, 3 de outubro de 2009

Homem pensativo

Ilustração de Rafael Bordalo Pinheiro para A Lusa Bambochata (1885).

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Conde de Burnay



O retratado é Henrique Burnay (1838-1909), um negociante de origem belga, nascido em Lisboa. Em 1886, D. Luís concedeu-lhe o título de 1.º Conde de Burnay. Foi industrial, empreiteiro, comerciante e banqueiro. Em 1880, contribuiu para a realização dos festejos dos Centenários de Camões e comprou a Quinta do Marquês de Borba, a Santa Marta, tendo fundado uma companhia que ali iniciou a construção do Bairro Camões. Foi proprietário do Palácio dos Condes de Povolide, às Portas de Santo Antão e do que fora dos Patriarcas, na Junqueira. Neste último palácio, onde viveu, reuniu objectos artísticos, formando uma notável colecção, que se desmembrou em 1934.
Cf. Anuário da Nobreza de Portugal, Vol. III, Tomo I, pp. 287-290; Catálogo dos Quadros, Objectos de Arte, Porcelanas e Mobiliário que Pertenceram aos Primeiros Condes de Burnay e a cujo Leilão se Procederá no Palácio da Junqueira em 1934; José-Augusto FRANÇA, A Arte em Portugal no Século XIX; Luís Farinha Franco, «Burnay, condes de», Dicionário Ilustrado da História de Portugal, Vol. I, p. 86; Visconde do MARCO, O Conde de Burnay, o Chiado e a Casa Havaneza, Lisboa, 1972.

A caricatura é de Rafael Augusto Bordalo Prostes Pinheiro (1846-1905), o qual ficou conhecido como caricaturista, mas também fez pintura e cerâmica. O seu nome esteve ligado a várias publicações de carácter humorístico, de que são exemplo: Calcanhar de Aquiles (1870), António Maria (1879-1885, 1891-1898), Pontos nos ii (1885-1891) e Álbum das Glórias (1885 e 1902). Em 1884, iniciou uma carreira de ceramista, montando um atelier nas Caldas da Rainha.
Cf. Arte Portuguesa do Século XIX, Palácio da Ajuda, 1988; Julieta FERRÃO, Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905), 1946; José-Augusto FRANÇA, A Arte em Portugal no Século XIX; José-Augusto FRANÇA, «BORDALO PINHEIRO, Rafael», in Dicionário da Pintura Universal, Pintura Portuguesa, Vol. III; José-Augusto FRANÇA, Rafael Bordalo Pinheiro; Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, Vol. IV, p. 918; Carlos Moura, «BORDALO PINHEIRO, Rafael», Dicionário Ilustrado da História de Portugal, Vol. I, pp. 75-76; Fernando de PAMPLONA, Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses ou que Trabalharam em Portugal, Vol. I, 1988, pp. 223-227.

O voto



quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Folhas de videira

Ilustração de Rafael Bordalo Pinheiro para a contracapa de A Lusa Bambochata, Poema Triste em Verso Alegre, por «Joannico C. Mila» (pseudónimo de João Pereira da Costa Lima), Lisboa Editores Tavares Cardoso & Irmão, 1885.