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segunda-feira, 4 de junho de 2018
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segunda-feira, 29 de setembro de 2014
sábado, 7 de junho de 2014
domingo, 9 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Contos da Condessa de Ségur
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«Blondina, corça branca e pêlo-de-arminho» e «O Joãozinho bom». Adaptação de Jeanne Cappe, versão portuguesa de Esther de Lemos, ilustrações de Jean-Léon Huens, editado pela Verbo Infantil.
Etiquetas:
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Jean-Léon Huens
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Resedá, Corôa de Rei e Violetas
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RESEDÁ - Vossas qualidades excedem vossos encantos.
«Apenas um seculo tem decorrido depois que a resedá veiu do Egypto para a França. Linneu comparava seus perfumes aos da ambrosia; são mais suaves e mais penetrantes ao nascer e pôr do sol (...)».
Reza a lenda que uma família da Saxónia tem por divisa um ramo de resedá, o que se deve a uma história ligada a Amélia de Nordbourg. Esta, sendo muito bela, desdenhou o seu pretendente, o conde de Walshteim, o qual acabou por se casar com Carlota, parente de Amélia, que era menos bela mas tinha bom coração.
COROA DE REI - Realeza.
VIOLETA BRANCA - Candura - Ingenuidade.
VIOLETA ROXA - Modestia.
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Flores
«Amar é um esperança uma ventura que nos embriaga,
não amar e não viver, é ter a crença
d'esta triste verdade que a innocencia é uma mentira,
o amor é uma arte, a ventura um sonho».
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Rosa Amarela, Branca e Rainha
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ROSA AMARELLA - Infedilidade
«O amarello é a côr dos infieis (...). A agua a fatiga, o sol a queima, o constrangimento parece só convir a esta flor sem perfume, que não sabe aproveitar-se nem dos cuidados nem da liberdade. Quando queremos vê-la em todo o seu brilho, é preciso dobrar seus botões para a terra, e rete-los assim pela força; então ella florece».
ROSA BRANCA - Silêncio
O deus do silencio era representado sob a fórma de um mancebo (...), tendo um dedo sobre a bôca, e tendo uma rosa branca na outra mão. Diz-se que o amor lhe tinha dado esta rosa para o resolver a ser-lhe favoravel. Os antigos esculpiam uma rosa sobre a porta da sala dos festins, para advertir os convivas que nada deviam divulgar do que ali se dizia».
ROSA RAINHA - Belleza
«(...) Ella é a imagem da mocidade, da innocencia e do prazer; ella pertence a Venus (...)».
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Madre-Silva, Dália e Heliotropio
MADRE-SILVA - Laços de Amor
«A fraqueza agrada á força, e não poucas vezes lhe presta graças. Vê-se frequentes vezes a madre-silva cingir amorosamente com suas hastes brandas e delicadas o tronco nodoso de um grande carvalho (...)».
DÁLIA - Meu reconhecimento excede vossos cuidados
«Esta planta veiu do Mexico, onde fazem das suas raizes uma especie de alimento (...).
A Dahlia tem a significação que se lhe attribue, porque reconhece os cuidados da cultura muito alem das esperanças do jardineiro».
HELIOTROPIO - Eu vos amo - Embriaguez amorosa - Transporte amoroso
«um dia, o celebre botanico Jussieu, herborisando nas Cordilheiras, sentiu-se repentinamente como embriagado dos mais deliciosos perfumes (...), mas não apercebeu senão lindas moitas, de um bello verde, sobre a qual destacavam espigas de um azul desmerecido; (...) viu que as flores de que estavam carregadas se voltavam mollemente para o sol (...), Tocado d'esta singularidade, deu á planta o nome de heliotropio composto de duas palavras gregas, helios, sol; e trepo, eu volto. O sabio botanico (...) deu-se pressa em colher sementes d'esta planta, e envia-las ao jardim do rei em Paris (...). As damas acolherem esta flor com enthusiamo; e depois de a collocarem nos vasos mais preciosos, a denominaram herva de amor (...)».
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Anémona, Lírio e Liz
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ANEMONA - Abandono - Esquivança.
«Anemona foi uma nympha amada de Zephiro; Flora, ciosa, baniu-a de sua côrte e a metamorphoseou em uma flor que desabrocha sempre antes da chegada da primavera. Zephiro abandonou esta infeliz belleza ás caricias do duro Boreas (...)».
Uma anemona com esta legenda, brevis est usus (seu reinado é curto), exprime maravilhosamente a passagem rapida da belleza».
ANEMONA DOS PRADOS - Doença.
«Em algumas provincias de França imagina-se que a flor da anemona dos prados é tão perniciosa que tem o poder de envenenar o ar (...)».
LIRIO - Mensagem.
«(...) suas cores brilhantes e variadas, como as do arco-íris, têem grangeado para esta flor o nome de mensageira dos deuses».
LIRIO-FLAMMA - Chamma - Flamma.
«O lirio-flamma (...) é uma planta, que o camponeses allemães folgam de ver crescer sobre o tecto de suas cabanas. Quando o ar agita suas bellas flores (...) dir-se-ia que chammas ligeiras e perfumadas deslisam sobre esses tectos rusticos (...)».
LIZ - Magestade.
«(...) Só, parece frio e como fatigado; cercado de mil outras flores, offusca-as a todas: é um rei, sua apparencia é a da magestade.
O liz primitivo veiu da Syria; outr'ora ornou os altares do Deus de Israel, e coroou a fronte de Salomão (...).
Carlos Magno queria que elle partilhasse com a rosa a gloria de perfumar seus jardins; e a dar credito a antigas tradicções, o valente Clovis recebeu um lis celeste no dia em que a victoria e fé lhe foram dadas.
Luiz VII de França nas flores de liz achou o triplice symbolo da belleza, do seu nome e do seu poder: collocou-as no seu escudo, no seu sêllo e no seu dinheiro. Philippe Augusto semeou d'ellas o seu estandarte».
S. Luiz trazia um anel, representando, em esmalte e em relevo, uma grinalda de flores de liz e de margaridas, e sobre o engaste do mesmo anel estava gravado um crucifixo com as palavras: (Hors cet annel pourrions nous trouver amour?) Fóra d'este anel que podeemos amar? porque effectivamente este anel offerecia ao monarcha piedoso o emblema de tudo que elle tinha de mais caro - a religião - a frança - a esposa.
Foi também uma idéa religiosa a que levou Carlos V de França a fixar em tres o numero das flores de liz (...)».
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.
In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Trigo, Jacinto e Melindres
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TRIGO - Riqueza
«(...) Esta planta parece ter sido confiada pela Providencia aos cuidados do homem , com o uso do fogo para lhe assegurar o sceptro da terra. Com o trigo (...) póde-se dispensar todos os outros bens e póde-se adquiri-los».
«O homem com o trigo póde nutrir todos os animaes domesticos que lhe servem de alimento, e que partilham seus trabalhos (...)».
«O trigo é o primeiro laço das sociedades, porque a sua cultura e amanhos exigem grandes trabalhos e serviços mutuos; por isso os antigos tinham chamado à boa Ceres, legisladora».
«Um arabe, perdido no deserto, não tinha comido durante dois dias (...). Passando junto d'um poço (...) apercebeu sobre a areia um pequeno sacco de coiro, apanha-o, e diz: «Deus seja louvado; é, julgo eu, uma pouca de farinha.» Apressa-se em abrir o sacco, mas á vista do contheudo exclama: «quanto sou desgraçado! é apenas oiro em pó!»
JACINTO - Jogo
Foi jogando a conca nas margens do rio Anphriso que Apollo matou o bello Jacinto. Não podendo restitui-lo á vida, o deus o metamorphoseou na flor do seu nome».
MELINDRES - Melindres
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.
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In Diccionario da linguagem das Flores ornado com estampas coloridas, Lisboa, Typographia Lusitana, 1868.
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